A Furacão é uma distribuidora de auto-peças com uma rede de filiais que cobre diferentes regiões do país, cada uma reunindo áreas comercial, de estoque e de logística sob a responsabilidade de um líder. É um negócio de ritmo intenso, em que a agilidade para atender e a pressão por resultado definem o dia a dia de quem está à frente das equipes.
Foi olhando para o próprio crescimento que a empresa identificou a oportunidade. Boa parte da liderança havia chegado até ali pela força técnica e comercial, e o próximo salto passava por fortalecer o lado humano da gestão: comunicar com clareza, delegar com confiança e desenvolver o time em vez de centralizar. Usando os próprios instrumentos de gestão de pessoas para direcionar o foco, a Furacão decidiu investir de forma estruturada nesse repertório. Num setor onde cada hora conta, parar para desenvolver gente pode parecer luxo. Era justamente o que faltava para sustentar o próximo ciclo.
O programa foi desenhado sob medida a partir do diagnóstico que a própria Furacão já tinha em mãos, traduzido em três competências prioritárias. Desenhamos três encontros de três horas, 100% online, com cerca de 90 líderes divididos em duas turmas, gerentes e supervisores, para que cada nível trabalhasse os desafios da sua realidade. Aplicamos o mapeamento de perfil comportamental (DISC) antes do início e estruturamos as sessões com 70% de mão na massa, salas simultâneas e troca entre pares, porque conteúdo por conteúdo não muda comportamento.
Encontro 1 — Comunicação e Transparência
Exploramos o autoconhecimento via DISC e a comunicação adaptada ao perfil de quem recebe a mensagem. Aplicamos a lógica de que a responsabilidade pela clareza é sempre de quem comunica, o que fez sentido imediato para uma liderança que precisa alinhar filial e matriz todos os dias.
Encontro 2 — Liderança e Gestão
Aprofundamos o olhar estratégico da liderança com gestão de tempo, delegação e liderança situacional, apoiados em matrizes de maturidade de equipe. Trabalhamos como sair do modo automático e do microgerenciamento para extrair o melhor de cada pessoa do time, tema central para quem vive o operacional de uma distribuidora.
Encontro 3 — Desenvolvimento de Equipes
Consolidamos feedback e PDI como ferramentas de rotina, com foco em dar autonomia e formar talentos. Conectamos os três encontros num único fio: o líder que comunica bem, delega com critério e desenvolve pessoas constrói um time de alta performance.


Participar deste treinamento foi muito enriquecedor. Uma experiência repleta de aprendizados, reflexões e troca de conhecimentos. Agradeço à Furacão por essa oportunidade tão valiosa. Investir no desenvolvimento das pessoas é fortalecer o caminho para resultados sustentáveis.

Liderar não é sobre ser o primeiro. É garantir que ninguém fique para trás. Aprendi que gerenciar processos é só metade do trabalho. A outra metade é desenvolver pessoas. Uma equipe de alta performance se constrói no dia a dia, com empatia, feedbacks e exemplo

A liderança não é um destino, é uma jornada contínua de aprendizado. No cenário atual, reciclar competências deixou de ser diferencial e virou necessidade. Atualizar mentalidades e absorver novas metodologias é o que diferencia líderes que realmente movem times e geram resultados.
Líderes passaram a ler o perfil do colaborador antes de direcionar, ajustando a forma de falar com quem executa rápido e com quem precisa entender o porquê.
A turma internalizou que garantir o entendimento é sempre do líder, reduzindo o ruído que gerava retrabalho na ponta.
Gestores que operavam no automático voltaram a perceber os sinais da equipe e a se reaproximar, um dos pontos mais citados nas avaliações.
Com liderança situacional e matrizes de maturidade, os líderes ganharam repertório para delegar sem sufocar e desenvolver a autonomia do time.
Feedback e PDI passaram a fazer parte da condução diária, deixando de depender apenas de ciclos formais.
O programa fechou com nota média 4,9 de 5 ao longo de 214 avaliações, com turmas pedindo continuidade e mais encontros.
Líderes passaram a ler o perfil do colaborador antes de direcionar, ajustando a forma de falar com quem executa rápido e com quem precisa entender o porquê.
A turma internalizou que garantir o entendimento é sempre do líder, reduzindo o ruído que gerava retrabalho na ponta.
Gestores que operavam no automático voltaram a perceber os sinais da equipe e a se reaproximar, um dos pontos mais citados nas avaliações.
Com liderança situacional e matrizes de maturidade, os líderes ganharam repertório para delegar sem sufocar e desenvolver a autonomia do time.
Feedback e PDI passaram a fazer parte da condução diária, deixando de depender apenas de ciclos formais.
O programa fechou com nota média 4,9 de 5 ao longo de 214 avaliações, com turmas pedindo continuidade e mais encontros.
Se você possuir, informe a data do envento, horário e quantidade de participantes.
Vai ser um prazer contribuir com o momento da sua equipe