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Se a sua empresa não consegue provar, ela não está adequada. Está vulnerável.

Redação by Redação
22 de janeiro de 2026
Home Desenvolvimento
Compartilhar no LinkedinCompartilhar no Facebookhttps://api.whatsapp.com/send?phone=5511955708552&text=Ol%C3%A1!

Tem uma diferença enorme entre estar fazendo algo e estar protegido.

Em 2026, essa diferença não vai ser filosófica. Vai ser prática.

Porque a NR-1 colocou um holofote no que antes era tratado como “cultura”:
fatores psicossociais relacionados ao trabalho, integrados ao GRO/PGR.

E o risco aqui não é “não fazer uma ação”.

O risco é não conseguir sustentar o que a empresa diz que faz.

O tipo de pergunta que desmonta qualquer discurso é simples:

“Onde isso está no PGR?”
“Qual é o inventário e o critério?”
“Qual é o plano anual aprovado?”
“O que foi executado?”
“Cadê a evidência?”

Se a resposta vira um “a gente tem… em algum lugar…”, você já sabe.

A empresa não está adequada.
Ela está operando com passivo invisível.

O que muita empresa vai descobrir tarde demais

Risco psicossocial não aparece como incêndio.

Ele aparece como:

  • rotatividade em áreas críticas
  • queda de performance em times de alta exigência
  • afastamentos e instabilidade
  • conflitos e denúncias
  • e um padrão repetido de “foi um caso isolado”

Até o dia em que não é mais “isolado”.
É padrão.

E padrão, quando chega no jurídico, chega com uma pergunta:

“O que a empresa fez para prevenir e gerenciar isso?”

Se a empresa não tem trilha, plano e prova, a narrativa vira fraca.

E narrativa fraca aumenta custo.

O erro que vai virar febre: “resolver com campanha”

Janeiro Branco, palestra, cartilha, roda de conversa, “treinamento obrigatório”.

Isso pode até ser bem-intencionado — mas é insuficiente se não fizer parte de um sistema.

Porque o que protege a empresa não é o evento.

É o encadeamento:

  1. diagnóstico técnico (mapeamento real)
  2. plano anual blindado (cronograma aprovado)
  3. execução que engaja (sem resistência)
  4. evidência legal (prova rastreável)

Sem isso, você coleciona ações soltas.

E ações soltas não sustentam conformidade.

NR-1 não é “projeto de RH”. É governança.

Quando isso vira “responsabilidade do RH”, nasce errado.

Porque o RH não deveria carregar sozinho:

  • o método técnico
  • a validação jurídica
  • a sustentação executiva
  • a documentação e evidências

A conta não fecha.

Ou vira um “checklist para inglês ver”, ou vira um projeto que morre no caminho.

E, nos dois cenários, a empresa continua exposta.

A Jornada de Adequação (o caminho que evita improviso)

A Destrava resolve a adequação como deveria ser: um método completo.

A Jornada de Adequação: do zero à conformidade total — sem sobrecarregar o RH.

Um método validado que une segurança jurídica, atualização do PGR e cuidado real com pessoas.

A Destrava cuida do “como”. Você colhe os resultados.

Passo 01 — Diagnóstico Técnico

Mapeamento dos riscos e identificação dos fatores psicossociais com precisão.
Entrega de dados prontos para alimentar e atualizar o PGR — tirando o operacional do RH.

Passo 02 — Plano de Ação Blindado

Cronograma anual aprovado pelo Jurídico, alinhado à Lei 14.457 e NR-1.
Plano estruturado, fácil de aprovar com diretoria e executável na rotina.

Passo 03 — Experiências que engajam

Workshops sobre Assédio, Burnout e Saúde Mental com linguagem humana e leve.
Sem juridiquês. Sem sono. Sem resistência.

Passo 04 — Evidência Legal

Relatórios técnicos, listas de presença e certificados.
O pacote de evidência que a fiscalização exige — e que o jurídico respira aliviado.

A pergunta final (e a única que importa)

Se amanhã houver uma fiscalização, uma denúncia ou um passivo:

você consegue provar — com documentação — que sua empresa preveniu, tratou e registrou?

Se não, você não precisa “fazer mais”.

Você precisa parar de improvisar.

Quero iniciar o diagnóstico da minha empresa!
Tags: desenvolvimentoJaneiro BrancoNR-1saúde mentaltreinamentos
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