Falar sobre saúde mental nas organizações tornou-se essencial ao observarmos o comportamento humano em ambientes de alta pressão, como o Big Brother Brasil. O reality show funciona como um espelho de como o estresse e a convivência impactam o bem-estar dos colaboradores no dia a dia corporativo
De fato, as dinâmicas de confinamento, as provas de resistência e o medo do julgamento público não estão restritos à TV. Por esse motivo, decidimos “espiar” o jogo sob a ótica da psicologia organizacional para extrair lições que podem salvar o clima da sua empresa.
1. O “Paredão” do Feedback Punitivo
No reality, ser indicado ao paredão é o momento de maior estresse. Nas empresas, quando a cultura de feedback é baseada apenas em apontar falhas, o colaborador vive em um “paredão eterno”.
Nesse sentido, a saúde mental no trabalho depende de um ambiente onde o feedback seja uma ferramenta de desenvolvimento, e não uma ameaça de eliminação. Quando o time tem medo de errar, a inovação morre e a ansiedade assume o controle.
2. Provas de Resistência: Produtividade ou Exaustão?
Muitas empresas ainda aplaudem o colaborador que “não desliga”, assim como o público vibra com quem fica 24h em uma prova de resistência. Certamente, em 2026, sabemos que isso tem um nome: risco de Burnout.
Dessa maneira, promover a saúde mental no trabalho significa entender que a performance sustentável é uma maratona, não um sprint de privação de sono. Com efeito, empresas que romantizam a exaustão estão apenas acelerando o turnover e os processos trabalhistas.
3. O Confessionário e a Necessidade de Escuta Ativa
No BBB, o confessionário é o único lugar onde o participante pode ser vulnerável. Da mesma forma, sua empresa precisa de espaços seguros onde o colaborador possa “desabafar” sem ser julgado.
Portanto, implementar canais de escuta e segurança psicológica é o que separa uma cultura tóxica de uma cultura saudável. Além disso, a saúde mental no trabalho floresce quando a liderança está disposta a ouvir a “versão dos fatos” do seu time antes de tomar decisões drásticas.
4. Grupos e Alianças: Pertencimento ou Exclusão?
O isolamento é a pior punição em um confinamento. Nesse contexto, no ambiente corporativo, o sentimento de não pertencer ao grupo é um dos maiores gatilhos para transtornos mentais.
Assim, investir em dinâmicas de grupo e colaboração não é “perda de tempo”, mas sim uma estratégia de saúde mental no trabalho. O apoio social entre colegas é o principal fator de proteção contra o estresse ocupacional.
Como a Destrava ajuda a sua empresa a “vencer o jogo”?
Sem dúvida, na Destrava, nós usamos o poder do lúdico e das metodologias ativas (como o LEGO® Serious Play®) para tirar o seu time do modo “sobrevivência” e levá-lo para o modo “colaboração”.
Ao tratar a saúde mental no trabalho com a nossa metodologia, você:
- Transforma o Clima: Substitui o medo pelo pertencimento.
- Previne Riscos: Atende às exigências da NR-1 com dados reais.
- Engaja com Propósito: Cria um ambiente onde todos querem ficar até a “final”.






