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O “detalhe” da NR-1 que pode custar caro em 2026 (e não aparece no seu dashboard)

Redação by Redação
22 de janeiro de 2026
Home Desenvolvimento
Compartilhar no LinkedinCompartilhar no Facebookhttps://api.whatsapp.com/send?phone=5511955708552&text=Ol%C3%A1!

Tem um tipo de risco que não explode como incêndio.

Ele ferve.

Primeiro vira ruído no time.
Depois vira turnover.
Depois vira afastamento.
Depois vira denúncia, passivo, fiscalização… e um “por que ninguém viu isso antes?”

E quando alguém finalmente “vê”… já não é mais um tema de RH.

É tema de Diretoria.

Porque a nova exigência da NR-1 colocou um holofote em algo que muita empresa tratava como “cultura” — mas que agora entra no campo de gestão de risco:

fatores psicossociais relacionados ao trabalho.

Agora segura essa parte — porque é onde a maioria se perde:

Não é sobre fazer uma ação bonita.
É sobre ter um sistema que aguenta perguntas difíceis.

A pergunta que não dá pra responder com um post de Janeiro Branco.

“Me mostra onde isso está no PGR.”
“Me mostra o inventário.”
“Me mostra o plano anual.”
“Me mostra evidências.”

Se você não consegue responder isso em 5 minutos… você não está “quase pronto”.
Você está vulnerável — só ainda não aconteceu nada grande o suficiente para expor.

O erro mais comum: tratar a NR-1 como campanha

A empresa faz o que sempre fez:

  • palestra padrão que ninguém lembra no dia seguinte
  • cartilha genérica, copiada e colada
  • roda de conversa que vira desabafo sem trilha
  • iniciativa que “parece humana”, mas não vira processo, nem vira PGR, nem vira evidência

A sensação interna é: “estamos cuidando”.

Mas o risco real fica intacto, porque ninguém transformou isso em três coisas que protegem de verdade:

  1. diagnóstico técnico (o que existe, onde, por quê)
  2. plano de ação aprovado (o que vai ser feito, quando, por quem)
  3. provas (o que foi executado, registrado e documentado)

E aí vem o segundo erro — o mais cruel:

jogar isso no colo do RH.

RH já está com recrutamento, clima, demandas internas, conflitos, metas e incêndios diários.
Se você adiciona “adequação NR-1” como mais uma pastinha, acontece uma das duas coisas:

  • vira checklist para inglês ver
  • ou vira projeto eterno que morre em 2 meses.

Nos dois casos, você perde.
Porque o que a empresa precisa não é “boa intenção”.
É blindagem.

A diferença entre “ter boa cultura” e “estar protegido”

Cultura é o que a empresa diz que valoriza.

Proteção é o que você consegue provar quando precisa.

E a verdade é simples:

Se amanhã uma liderança despreparada for acusada de assédio, por exemplo…
O que define o tamanho do estrago não é só o que aconteceu.

É o que a empresa tinha (ou não tinha) como:

  • gestão de risco
  • plano preventivo
  • treinamento que engaja
  • trilha anual coerente
  • evidências registradas

Sem isso, tudo parece improviso.
E improviso, em 2026, vira custo.

O que funciona é um método. Não um evento.

É por isso que a Destrava organiza a adequação como uma jornada completa — do zero à conformidade — sem sufocar o RH.

O nome já entrega a intenção:

A Jornada de Adequação: como adequar sua empresa à NR-1 sem sobrecarregar o RH.

Um método validado que une:

  • Segurança jurídica
  • Dados para atualização do PGR
  • Cuidado real com as pessoas

E aqui vai o ponto central:

a Destrava cuida do “como”.
Você não compra “uma ação”. Você compra um sistema executável.

Passo 01 — Diagnóstico Técnico (o que você não vê vira risco)

A primeira etapa corta o “achismo” pela raiz.

A Destrava mapeia os riscos por você e identifica os fatores psicossociais com precisão.

E entrega o que quase ninguém entrega do jeito certo:

dados prontos para alimentar e atualizar o PGR.

Tradução:
você tira a responsabilidade operacional das costas do RH e começa com base técnica.

Passo 02 — Plano de Ação Blindado (o plano que a diretoria aprova)

Aqui entra uma dor que pouca gente fala:

o RH até tenta… mas o Jurídico trava.
ou a diretoria não compra.
ou ninguém sabe o que é obrigatório vs. o que é “extra”.

O Plano de Ação Blindado nasce com a lógica certa:

  • Cronograma anual de ações obrigatórias e estratégicas
  • Alinhado à NR-1 e à Lei 14.457
  • Estruturado para ser fácil de aprovar com diretoria e jurídico

Ou seja: você para de “pedir permissão no escuro”.

Passo 03 — Experiências que engajam (porque ninguém aplica o que dá sono)

Plano no papel não protege ninguém. Execução protege.

Só que execução depende de adesão, e a maioria dos treinamentos corporativos gera o efeito contrário: funcionários resistentes e presença de corpo.

A metodologia Destrava entra com workshops que não parecem punição:

  • Assédio
  • Burnout
  • Saúde Mental

Com linguagem humana e leve, sem juridiquês.

Isso não é perfumaria. É estratégia.

Porque o objetivo é tirar o tema do “campo minado” e levar para o “campo de ação”.

Passo 04 — Evidência Legal (a prova que a fiscalização exige)

Aqui é onde o jogo vira de vez.

Ao final de cada ciclo, a Destrava entrega:

  • relatórios técnicos
  • listas de presença
  • certificados

Tudo como evidência legal de que sua empresa cumpre a norma e protege colaboradores.

Porque a pergunta da fiscalização (e as recentes decisões do TST) não é “vocês fizeram algo?”.
A pergunta é: “vocês conseguem provar?”.

O teste que separa empresa tranquila de empresa exposta

Agora, sem discurso:

Se amanhã alguém te pedir…

  • “mostra onde isso está no PGR”
  • “mostra o plano anual”
  • “mostra evidências do que foi feito”

…você responde com clareza e documentação?

Se não, você não precisa de “mais uma iniciativa”.
Você precisa de um método de adequação.

E é exatamente isso que a Jornada entrega.

Quero iniciar o diagnóstico da minha empresa!
Tags: desenvolvimentoJaneiro BrancoNR-1saúde mentaltreinamentos
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